Kilo, Mega, Giga, Tera, etc. são prefixos usados em informática e telecomunicações para denotar a quantidade de algo.
Já alguma vez se questionou sobre o que vem a seguir ao Terabyte ?
Resposta: o Petabyte (PB), que são 1000 Terabytes.
Tomemos o exemplo de 1 disco rígido (HDD) de 500 GB (Gigabytes). Dois discos de 500 GB somados (1000 GB) fazem 1 Terabyte. Se 1 Terabyte (esses dois discos de 500 GB) já começa a parecer relativamente pouco para armazenar a tralha toda que criamos no PC ou que descarregamos da net, então a solução para os nossos problemas poderá ser 1 Petabyte! Que é o mesmo que 1 Milhão de Gigas.
Na prática é o equivalente a termos 2 Mil discos HDD de 500 GB em um só. Resolveria os problemas de espaço por agora, não?
Já agora ficam também a saber que 1000 Petabytes é 1 Exabyte (EB). Parece muito?
Então fique a saber que 1000 Exabytes é o mesmo que 1 Zettabyte (ZB).
E finalmente 1000 Zettabytes são a módica quantia de 1 Yottabyte (YB)…. Que será o mesmo que 1.000.000.000.000.000 Gigas. Mais coisa menos coisa…
A quantidade é de tal ordem grande e imponente que ainda não vi nenhuma empresa pegar nesse nome de respeito (Yottabyte) e adoptá-lo como nome da própria empresa. Em Portugal temos, por exemplo, a Gigabyte (internacional) e a Exabyte.
Mas hoje em dia começa aos poucos a deixar de fazer sentido falar em Gigas. A evolução natural será começarmos a falar em Teras (Terabytes, TB). Meio Tera (500 GB) p’raqui, 2 Teras p’rali. Um quarto de tera (250 GB) para acolá…
Imagine-se quando as lojas de informática anunciarem por exemplo, discos de 50 Terabytes! 200 Terabytes! As Mboards e processadores (e restantes componentes) para uso doméstico serão ainda mais potentes e por essa altura o Blu-Ray será provavelmente visto como vídeo de qualidade inferior por existir tecnologia melhor. Imagine-se só…
O DVD será igual a lixo e quando nos lembrarmos dos VHS, como coisa horrível e ultrapassada de homem das cavernas, iremos rir-nos ao lembrarmos da quantidade de cassetes que tínhamos gravadas em casa e que hoje não nos servem basicamente para nada.
E já não falta muito, por certo.